E eu peço pras luas me guiarem,
levanto o pensamento e sigo pela estrada.
O que me doe nas costas me empurra para a frente,
não sei bem mais do que falo e nem do que espero.
Vou com as peças que ainda me restam
e lavo a alma no céu de mar.
Hei de ser energia transcendente
que não precisa de pés
pra deslizar
no
infinito.

