Esperava algo amanhecer, algo que eu viera a engolir alguns anos atrás. Essa eterna digestão que gritava socorro dentro de mim e eu engolia mais uma vez.
Saber de toda a extensão que a vida propõe (e o que somos).
Outrora, indaguei-me o que torna tudo tão cansado, tão resumido. Viver a espreita dos sentidos que criamos em tudo que acreditamos ou supomos acontecer.
.Ser
amor
líquido.